Domingo, 2 de Dezembro de 2007

Preparar o Natal no Coração

O Natal é celebração do nascimento de Jesus. E por ser um festejo, é normal que queiramos conviver, decorar a casa, preocuparmos um pouco com os presentes, com a comida, etc. Mas o que acontece algumas vezes é que nessa festa esquecemos do aniversariante (Jesus).

Como é possível festejar o aniversário de alguém sem esse mesmo Alguém estar presente?

Por isso antes de prepararmos o Natal nas nossas casas, devemos preparar o Natal nos nossos corações. A forma de termos Jesus nas nossas casas no dia do Seu aniversário é Ele habitar na nossa vida.

 

Baseei-me na pregação que o meu pastor deu hoje lá na igreja.

Publicado por Ruben às 22:25
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6 comentários:
De pechanense a 3 de Dezembro de 2007 às 11:37
Muitos parabéns pelo blog, está excelente!

;-)


De MT a 3 de Dezembro de 2007 às 19:49
Um só Deus, uma só religião

1 Se realmente desejamos render-nos a Deus, temos de acertar em nossa mente uma importante questão com respeito a religião. É da vontade de Deus que haja tantas religiões no mundo? Está ele satisfeito de ver as pessoas tentando adorá-lo em muitas diferentes organizações, com diferentes crenças e rituais religiosos e até diferentes padrões morais?

2 A resposta tem de ser Não. Deus é um Deus de harmonia. Mas as diferentes religiões da humanidade não estão em harmonia umas com as outras. Brigam entre si, perseguem e contradizem umas às outras. Imagine-se perdido e que tenha perguntado a quatro diferentes pessoas como chegar em casa. O que pensaria se uma delas lhe tivesse mandado ir para o norte, outra para o sul, a terceira para o leste e a quarta para o oeste? Poderiam todas estar certas? É claro que não. Similarmente, tampouco podem estar certas todas as religiões deste mundo, quando dão instruções conflitantes sobre o que devemos fazer para submeter-nos a Deus.

3 É interessante, porém, que as três principais religiões já mencionadas, embora discordem em muitas coisas, concordam num ponto: há um só Deus. É verdade que a cristandade confunde este fato com sua doutrina da Trindade, ensino de que há um só Deus composto de três pessoas. Mas a Bíblia, que a cristandade aceita como sagrada, não ensina a Trindade. A Bíblia ensina a unicidade de Deus.

4 É assim que lemos na Bíblia em hebraico: “Escuta, ó Israel: Jeová, nosso Deus, é um só Jeová.” (Deuteronômio 6:4) Nas Escrituras Cristãs, lemos: “Há . . . um só Deus e Pai [Dador da Vida ou Criador] de todos, o qual é sobre todos, e por intermédio de todos, e em todos.” (Efésios 4:4, 6) No Qur’an (Alcorão), está escrito no capítulo A Unicidade (Al-Ikhlas), no primeiro versículo: “Dize: Alá é Um Só.”

5 No entanto, essas três religiões descrevem a Deus de modo diferente. É como se você quisesse obter informações sobre certa autoridade e tivesse perguntado a três vizinhos que tipo de homem ele era. Um disse que era alto e louro; o outro, que era baixo e moreno; e o terceiro, que era de estatura mediana e grisalho. Embora os três vizinhos mostrassem assim que criam na existência dessa autoridade, ficaria óbvio que pelo menos dois deles realmente não a conheciam pessoalmente.

6 Do mesmo modo, quando religiões diferentes descrevem a Deus de maneiras conflitantes, temos de perguntar-nos: ‘Qual está certa, e quais estão equivocadas?’ Se realmente desejarmos submeter-nos a Deus, estaremos ansiosos para encontrar a resposta a essa pergunta. O assunto mais importante que podemos estudar é a verdade sobre Deus.


De Ruben a 4 de Dezembro de 2007 às 00:05
Caro MT!
O senhor diz "Um só Deus, uma só religião"... estarei certo se afirmar que o senhor se está a referir à sua como sendo a única religião certa? Deixe-me pedir-lhe um favor e ao mesmo tempo dar-lhe um conselho. Se o senhor deseja publicar os longos artigos da doutrina "Russellista", que vêm nas revistas que distribui, não o faça nos comentários do meu blog... crie o seu próprio blog. Posso sugerir-lhe os blogs do SAPO que são muito bons. Obrigado


De MT a 3 de Dezembro de 2007 às 19:54
Nasceu Jesus na época do Natal?
ATUALMENTE a celebração do Natal se tornou, para muitos, simples costume. Suspiram aliviados quando passa a época do Natal, por causa do espírito comercialista, ao invés de o do cristianismo, que a permeia, embora, supostamente, se baseie na data do nascimento de Jesus.
De que valor espiritual, ou de que mérito aos olhos de Deus, é a celebração de tal evento, se se trata de mero formalismo, E muito menos ainda se sua origem e prática não são cristãs! Sobre este ponto, observe o que afirma a New Catholic Encyclopedia:

“Segundo a hipótese . . . aceita pela maioria dos peritos hoje em dia, designou-se ao nascimento de Cristo a data do solstício do inverno (25 de dezembro no calendário juliano [23 de dezembro em nosso atual calendário gregoriano] . . .), porque, nesse dia, à medida que o sol começava seu retorno aos céus setentrionais, os devotos pagãos de Mitra celebravam o dies natalis Solis Invicti (aniversário natalício do sol invencível). Em 25 de dez. de 274, Aureliano mandou proclamar o deus-sol como o principal padroeiro do império e dedicou um templo a ele no Campo de Marte. O Natal se originou numa época em que o culto do sol era particularmente forte em Roma.” — Vol. 3, p. 658 (Observação em colchetes é nossa.).

Ademais, os peritos bíblicos geralmente reconhecem que 25 de dezembro não é a data do nascimento de Cristo. Com efeito, a Bíblia não aponta a data do nascimento de Jesus, mas fornece-nos informações no sentido de que não se deu na estação do inverno. Lucas, o escritor do terceiro Evangelho, fornece a seguinte informação:

O precursor de Cristo, João Batista, era da família sacerdotal de Arão, da tribo de Levi. (Luc. 1:5, 13) Por conseguinte, teria começado seu trabalho designado com trinta anos de idade. (Núm. 4:3) João era seis meses mais velho que Jesus. (Luc. 1:24, 26, 35, 36) Visto que Jesus também começou seu trabalho especial quando tinha “cerca de trinta anos”, João já estaria pregando por cerca de seis meses antes de Jesus se chegar a ele para ser batizado. — Luc. 3:23.

João iniciou seu trabalho “no décimo quinto ano do reinado de Tibério César”, o imperador romano. (Luc. 3:1, 2) Os registros históricos mostram que Tibério começou a reger em 17 de agosto de 14 E. C. (calendário gregoriano). Segundo o modo de calcular romano, o primeiro ano de Tibério decorreu da data em que assumiu o poder, 17 de agosto de 14 E. C. até 17 de agosto de 15 E. C. Seu décimo quinto ano iria de 17 de agosto de 28 E. C. a 17 de agosto de 29 E. C. Por conseguinte, mesmo que João iniciasse sua obra em 17 de agosto de 28 E. C., Jesus, chegando a João seis meses mais tarde não veio a ele senão, contando-se o mais cedo possível, em algum tempo de fevereiro de 29 E. C. Assim, o nascimento de Jesus, ocorrido trinta anos antes, cairia no ano 2 A. E. C., e não em 4 ou 6 A. E. C., como alguns calculam.

Poderá surgir agora a pergunta: ‘Se nosso calendário começa com o nascimento de Jesus, como se pode dizer que Jesus nasceu em 2 A. E. C.?’ A New Catholic Encyclopedia afirma que Dionísio Exíguo, monge católico do início do sexto século, “foi o primeiro a datar a era cristã segundo o nascimento de Cristo, mas cometeu um erro de 4 a 7 anos.” Na realidade, parece ter sido um erro de pouco mais de um ano.

Em que época do ano 2 A. E. C. nasceu Jesus? Não é provável que João tenha começado a batizar no início do décimo quinto ano do reinado de Tibério, de modo que os seis meses de seu trabalho ocorressem na estação hibernal, chuvosa e fria, que se seguiu, porém, mais logicamente, João começou a batizar na primavera setentrional, e o batismo de Jesus ocorreu no outono setentrional.

Os fatos relativos à obra e à morte de Jesus apóiam uma data outonal para o nascimento de Jesus. Ele morreu em 14 de nisã, dia da Páscoa, em harmonia com ser ele a “páscoa” real, “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (1 Cor. 5:7; João 1:29) Começando quando ele tinha cerca de trinta anos, sua obra de pregação e ensino ocupou três anos e meio, conforme evidenciado por Jesus comparecer a quatro páscoas nesse período. (João 2:23; 5:1; 6:4; Luc. 22:14-18) Isto se harmoniza com a profecia de Daniel, de que o Messias, depois de seu aparecimento, faria seu sacrifício na metade duma “semana” de sete ano


De Ruben a 4 de Dezembro de 2007 às 00:07
Caro MT!

Apenas desejo informar-lhe que eu conheço muito bem a história do
nascimento de Jesus Cristo narrada na Bíblia, conheço muito bem como
surgiu a celebração do Natal pelos Cristãos e também conheço muito bem
o seu (o do Russellismo) pensamento acerca do Natal... Agora que ambos
sabemos o que sabe cada um, o pedido e o conselho que escrevi no seu
comentário acima deste, também o faço aqui. Obrigado


De Cris a 6 de Junho de 2008 às 22:36
Achei interessante os comentarios e seu conhecimento da história, porém me parece haver um véu. Apesar de ser esclarecido na questão do natal ser uma comemoração meramente do sistema, presentes, enfeites, existe uma tolerância a isso. A minha posição é de não ser conformada a nenhum esquema imposto por sistema, comercio ou tradição. Cristo é minha vida!!!
"A religião é a tentativa do homem de contactar Deus, enquanto CRISTO é a tentativa de Deus de contactar o home" A religião nos impoe muitos ritos e infelizmente não conhecemos a bíblia e a VIDA que cada palavra nela escrita contem..."o desejo de Deus é que homem chegue ao pleno conhecimento da verdade" " as palavras que Ele nos tem dito SÃO ESPÍRITO E SÃO VIDA" Ta na hora de nos echarcar dessa vida! Mas isso só nos livrande de velhas tradições....
Cris


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